"Confesso que não me animei a começar a ler o livro imediatamente, já que se trata de um ramo que não me atrai muito (direito), e sabia que a história gravitava em torno disso. No entanto, comecei a ler e não consegui parar mais. Li as 200 e tantas páginas em um final de semana, a história é fluida, os personagens são carismáticos e alguns trechos são sensacionais, alguns chocantes, outros muito bem engendrados. O Ives mostrou uma grande maturidade como escritor, tem algumas análises psicológicas do personagem (a narração é em terceira pessoa porém muitas vezes ela se torna quase primeira pessoa, mostrando algumas características detestáveis e outras admiráveis dos personagens). No final, quem lê não vê a hora de saber o resultado do processo movido pelo grupo de amigos e do que acontece com cada um dos participantes. Parabéns, Ives! (Jorge Abujamra)"
 
 
  "Obra de ficção, e, portanto, para entretenimento do leitor, isto é o que o autor – Dr. Ives Braghittoni – insigne mestre de Direito, assim a apresenta logo nas primeiras páginas do livro. Mas, na verdade, quem o lê, encontrará ali, não só entretenimento – suspensão, mas inúmeras passagens do cotidiano da vida real, que por isso mesmo é obra para ser lida, relida e refletida a qualquer tempo.
Elaborada muito antes da atual crise política brasileira, um dos principais partido político da base de sustentação do governo, está seriamente envolvido em escândalo de corrupção, tão bem orquestrada pelo crime organizado, segundo amplamente divulgado pela imprensa, rádio, televisão e internet.
A obra retrata fielmente essa chaga que corroe sistematicamente a economia do país, enriquecendo minorias desonestas em detrimento do povo em geral. Aí está o porquê a obra é atual em qualquer tempo.
Enquanto a cultura brasileira não se conscientizar da necessidade premente de combater diuturnamente a corrupção em todos os órgãos públicos, o vírus virulento da corrupção minará os alicerces da Democracia, base de uma sociedade civilizada.
A obra não fica adstrita somente no tema “corrupção”, conquanto este seja o principal; ela retrata ainda a violência doméstica, na figura do psicopata “Sr. Basser”, pai de Karen. A menina cresceu e tornou-se adulta com traumas, tão bem definidos pelo autor.
O “Sr. Bresser”, por isso, deveria estar na companhia do fiscal corrupto “Júlio Ramirez”, para sofrer a mesma violência infringida a ele – fiscal, consoante relatos nas páginas 238 e 245. Pelo que se sabe, os presidiários não toleram violência contra menores.
Finalmente, nas últimas páginas, se encontra ensinamentos que podem ser extraídos da “declaração de Carlos” ao microfone de uma Estação local, ou seja, como deve se portar o cidadão brasileiro, em situações críticas do país. – “A questão é o que vamos fazer a respeito”. Para mim, “mutatis mutandis”, particularmente, dispertou minha atenção no tocante à indústria das multas na legislação de trânsito.
A título de procurar diminuir os acidentes, não estariam os senhores legisladores exorbitando nos seus poderes, com a intenção não de diminuir o risco de acidentes, mas tão somente para aumentar a arrecadação de tributos, no que de uma forma indireta facilita a prática da corrupção?
Minha opinião é que deveria ser “pena de multa ou perda de pontos na carteira” e não acumuladas como está na legislação.
Esta é a lição que extraí após a leitura desta mágna obra. Parabéns insigne Professor." (De quem, com muito respeito, o admira. Amabília Mattos Pires Cesarino – Ex- Aluna)"
 
 
     
  "Interessantíssimo !!!!
Ótimo livro! Além de didático, vem abrir nossos olhos mediante a realidade brasileira de forma clara, inteligente e precisa. Sua leitura é viciante!" (Sandra Nabarro)
 
     
  "Verdadeiro! -  Ótimo livro onde o autor descreve sôbre a amizade de 4 advogados e a luta insana de apurarem e denunciarem a corrupção pública, semeado de um suspense que nos leva a querer conhecer logo o desfecho da trama e de quebra mostra ao leitor leigo as nuances da vida forense. Parabéns ao escritor!" (Edgard Mesquita de Oliveira)  
     
  "Recomendo a leitura da obra "Guardião" a todas as pessoas, estejam ou não ligadas à área jurídica, visto tratar de assuntos relacionados à realidade brasileira com muito talento e sensibilidade. A determinação e o idealismo dos protagonistas são postos à prova a cada momento, visto serem muitos os problemas e as dificuldades que enfrentam. O livro cumpriu magnificamente, para mim, a dupla finalidade de entreter e ensinar, pois consegui entender questões que antes não compreendia." (Márcia Saito)  
     
  "Antes de tudo gostaria de parabenizar o escritor (Meus Parabéns!!!). Este é um romance de leitura muito agradável, a cada página lida você tem motivação (curiosidade, vontade, etc...) de querer ler a próxima e a próxima, etc.. Poderia ficar horas escrevendo sobre o livro, mas acho que o melhor é que todos leiam e depois me digam se eu não tinha razão." (Eduardo Matsumoto - love-edu@uol.com.br)  
     
  'Ah, queria conviver um pouco mais com eles' foi o que pensei quando terminou. O livro é muito empolgante e seus personagens, apaixonantes. Não parecem “criados”, mas descritos por um grande psicólogo, com muita sensibilidade para penetrar na alma das pessoas. O Autor possui o dom da escrita, contentando quem goste de contos, poesias e uma boa trama. A parte jurídica conduz o leitor ao sempre fascinante mundo do Direito, mas com os pés na realidade brasileira, o que torna a obra ainda mais interessante." (Juliana Borges)  
     
 

"Gostei muito da formação do enredo, começando pela descrição clara dos personagens no inicio, sem aquele emaranhado de figurantes, facilitando a lembrança de quem é quem na historia. Gostei do portugues simples, educado sem a utilização de enormes quantidades de palavrões e expressões chulas.
Achei ate que o unico palavrão utilzado distou muito. Foi uma leitura bastante envolvente, fazendo aflorar sentimentos e emoções,identificando-me com diversas situaçoes, parecia estar sentido na pele as dificulades vivenciadas pelos componentes da trama.
Senti constrangimento pelo sofrimento exagerado imputado a pequena Karen. Passei situação identica ao do Anjo, no tocante a Igreja Catolica, foi a partir disso que me dedico ao estudo da filosofia espirita. Tambem procuro meu Deus, nos momentos dificies, ou de questionamento moral, utilizo até o inicio do poema de Castro Alves, ¨Vozes da Africa¨: ¨Deus! o Deus, onde estas que não te vejo, em que lua em que estrela tu te escondes....¨.Tambem passei por experiencais com os tais fiscais, enquanto tive comercio.
Emfim participo da ideia, de que devemos fazer parte da sociedade, para modificarmos aquilo que os nossos eleitos fazem de errado. Devemos ser cidadãos ativos, exercendo nossos direitos e obrigações, lembrando que o povo tem o governo que merece, por ter sido eleito por ele. Reclamar realmente é facil, mudar exige esforço e participação ativa.
Adorei a historia, espero que venham outras pela frente. Acho até que voce leva jeito tambem para historias e romances espiritas.
Parabens, um grande abraço e bastante sucesso, que voce merece."  (Francisco e Clarissa)

 
     
  Bom dia Ives, tive uma surpresa hoje ao navegar pelo Orkut e encontra-lo na página de uma amiga minha. Li seu livro, presente de um amigo que me fez comentários entusiastas a respeito. Realmente, como poucos, me prendeu e me fez vivenciar de forma integral toda a trama e o desenrolar dela. Parabéns pelo roteiro e pela didática na medida correta. A meu ver não se trata de um livro direcionado, muito pelo contrário, com questões diversas e esclarecedoras. Não sou da área, atuo em Comunicação, Publicidade e Propaganda em Campinas. Mais uma vez, meus cumprimentos.
(J.A.Lopes)
 
     
  "Muito bom!!! Um livro que aborda um tema ainda inédito no Brasil. Parabéns ao autor pela originalidade!!!! Muito bem escrito, ótima narrativa em linguagem simples e direta." (Ronaldo - ronabrag@ronabrag.com.br)